
Ana Carolina Mendes Cerqueira Nobrega
Nascida em 16/04/1983 na cidade de São José dos Pinhais. Atualmente reside em Curitiba – PR.
Doutoranda em Tecnologia e Sociedade (Programa de Pós-Graduação em Tecnologia e Sociedade – UTFPR), bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Mestra em Tecnologia e Sociedade (PPGTE/UTFPR) na linha de pesquisa em Cultura e Mediações. Licenciada em Artes Visuais (UNESPAR/EMBAP 2021). Pós-graduada em Metodologia do Ensino da Arte (UNINTER 2020). Graduada Comunicação Social – Publicidade e Propaganda (ESSEI 2004). Bacharelanda em Museologia (UNESPAR/EMBAP) trancado. Artista multimídia, professora de Arte, pesquisadora de arte e política, arte e artistas mulheres afrobrasileiras, estudos da branquitude e feminismo negro.
Atualmente integra o Observatório Negro dos Museus e da Museologia – Observamus (UFRB); o Núcleo de Estudos de Branquitude, Racialidade e Tecnologia Cida Bento NEBRACI (UTFPR). O Grupo de Pesquisa Gravura Contemporânea: Reflexões e processos de criação (GRACON/Unespar) e Grudo Design & Cultura (UTFPR). Participa do grupo de extensão universitária Coletivo Murais (UTFPR).

Ana Cristina Dias Coelho
Mestra e graduada em Museologia pela Universidade Federal da Bahia, vice-presidente do Conselho Regional de Museologia – 1ª Região (COREM 1R), atualmente é a diretora de museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SECULTBA). Foi coordenadora do Núcleo Sistema de Museus e diretora em exercício dos museus Abelardo Rodrigues e Udo Knoff da Diretoria de Museus/IPAC. Coordenou os Editais Setoriais de Museus, Patrimônio Cultural, Arquitetura e Urbanismo do Ipac/Secult, coordenadora técnica do Programa Narrativas Patrimoniais do IPAC.
Membro das Comissões: Gerenciadora do Fundo de Cultura da Bahia e da Comissão de Monitoramento do Programa de Apoio a Projetos de Ações Continuadas de Instituições Culturais de Fundo de Cultura da Bahia. Membro do Comitê de Governança da Fortaleza do Morro de São Paulo, da Rede de Sistemas de Museus. Tem experiência na área de Museologia, Patrimônio e Políticas Culturais e Fomento, atuando principalmente na área de educação patrimonial, gestão e sistematização de políticas públicas para o setor museológico.

Antônio Marcos de Oliveira Passos
Doutor em Antropologia (2020), Bacharel em Museólogo (2000), Especialista em Gestão de Pessoas (2021) e Especialista em Ensino, Pesquisa e Extensão em Educação (2001). Desenvolve pesquisas sobre questões raciais, patrimonialização, educação, branquitude e museus. Esteve Diretor do Museu Comunitário Mãe Mirinha de Portão (1998-2007), do Museu da Energia em Itu (2007-2010) e do Museu Nacional de Enfermagem Anna Nery (2010-2011); Está Servidor Público da Universidade Federal da Bahia (2011 até a presente data). Atuou como chefe de exposição no Museu de Arqueologia e Etnologia (2011 a 2022) e atualmente coordena o Serviço Educativo do Museu de Arte Sacra.
Curadorias: Museu Comunitário Mãe Mirinha de Portão / Exposições: Nzila Mugongo: O Senhor dos Caminhos (2006); Exposição Fotografias Mãe Mirinha de Portão (2006). Museu da Energia de Itu/Fundação Energia e Saneamento SP Exposição Fotos e Olhares (2007); Exposição Energia: Usos e Abusos (2009); Exposição Água: Energia do Planeta Terra (2009/2018); Exposição ENERGIA: do Vapor a Luz (2008); Exposição TIETÊ: Momento de um Rio (2008); Museu Nacional de Enfermagem Anna Neri – MUNEAN/ Exposição Dengue Nunca + (2010); Exposição Anna Nery: Mulher, Heroína e Patrona da Enfermagem (2011); CORENs em CORES (2011); Museu de Arqueologia e Etnologia – UFBa/Exposição Exu Outras Faces (20132015); Exposição Fotos Antigas do Povo Kiriri (2014); Exposição Tonã: O Ritual da Preservação (2015); Exposição Trajetória Fotográfica de Guido Boggiane (2016); Exposição Tava Lá no Mato (2016); Exposição Índios: Os Primeiros Brasileiros (UNIRIO + UFBA – 2016-2018); Requalificação da Exposição O Semeador e o Ladrilhador (2019); Museu Afro-Brasileiro – UFBa/ Exposição Exu Outras Faces (2013-2015); Exposição Kiebé Kiebé (2013); Exposição O Encontro das Máscaras (2014); Colégio Estadual de Água Fria/ Exposição Mestras e Mestres dos Quilombos / Museu Vivo de Água Viva (Ba/2022); Museu de Arte Sacra – UFBa/ Exposição Esmolação (Ba/2023); Associação Mesa de Ogans/ Exposição Flores que Curam (2026). Faz parte dos Grupos de Pesquisa: Antropologia e Direito/UFBA, Estudos sobre Cibermuseus/UFBA, Observabaía/UFBA e DesAiyê: Ferida Colonial e Dissolução de Mundos (UFPE).
Lidera em conjunto a Dra. Joana Flores o GP Observatório Negro dos Museus e da Museologia.

Emerson Alan Fernandes Correia
Nascido em na cidade de Itaparica – BA. Atualmente reside em Salvador – BA.
Graduado em Comunicação Social, técnico em Áudio e Vídeo, licenciando em Desenho e Plástica (UFBA). Pesquisador e mestrando em Museologia (UFBA). Mestrando do Programa de Pós Graduação em Museologia da Universidade Federal da Bahia (PPGMUSEU/UFBA), na linha de estudo Patrimônio e Comunicação. Nos últimos 3 anos atuo como pesquisador focado no uso das Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDICs) nos processos museológicos e as funções comunicacional, social e cultural, relacionado a função dos museus de inclusão e de exclusão no ambiente digital, bem como, o papel dos profissionais de museus na atuação dessas tecnologias.
Experiência de mais de 12 anos nas áreas de museus, arte visuais, cultura, comunicação e tecnologia digital, além do desenvolvimento de projetos gráficos expositivos e dos eventos de espaços museais.
Membro dos grupos de pesquisa: Grupo de Estudos sobre Cibermuseus (GREC) e do Observatório Negro dos Museus e da Museologia (UFRB).

Joana Angélica Flores Silva
A Mulher negra que inventou ser Museóloga em 1993, a museologia na UFBA, chegou como uma provável possibilidade de inserção no mercado de trabalho, e não imaginei que nesse espaço estaria a lutar por meu lugar de cidadã negra, reivindicando a reparação por parte dessas instâncias de poder quando camuflam e fortalecem o racismo em sua mais perversa encenação.
Para entrecruzar e enfrentar as histórias bonitas contadas por brancos(as) sobre os brancos maus que escravizaram o povo negro de África que construiu o Brasil, nesses cenários, atravessei o mestrado em Museologia, na UFBA e chego ao doutorado em Crítica Cultural, na UNEB, para fazer uma travessia crítica a partir da literatura negra também como ferramenta de luta em busca do enaltecimento das memórias negras apagadas, silenciadas e esquecidas por essas instituições e pelas epistemologias tradicionais no Brasil.

Milena de Souza Costa
Graduada em Biblioteconomia e Documentação pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), e técnica em Conservação e Restauro pelo ICEIA. Atualmente, é mestranda no Programa de Pós-Graduação em Museologia da UFBA (PPGMuseu), pós-graduanda em Gestão Social e Políticas Públicas do Patrimônio Cultural pela UAB/SEAD-UFBA e cursa MBA em Curadoria, Museologia e Gestão de Exposições.
Possui experiência nas áreas de documentação, indexação, conservação de acervos históricos e culturais, gestão informacional, mediação cultural e educação museal. Atuou no Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC_BAHIA), desenvolvendo atividades relacionadas à mediação cultural, ações educativas e gestão da informação.
Seus interesses de pesquisa concentram-se nas relações entre Museologia e Ciência da Informação, patrimônio cultural, memória, preservação, documentação, mediação cultural, educação museal e relações étnico-raciais nos campos dos museus e do patrimônio.

Renata Ramos dos Santos
Bacharel em Museologia (2013), pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), Especialista em Gestão Pública (2014), pela Universidade da Integração Internacional Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB). Membro do grupo de pesquisa Bahia Arqueológica da UFBA e Recôncavo Arqueológico da UFRB. “Bolsista de iniciação científica da FAPESB e Monitora na disciplina de Arqueologia” do curso de graduação em Museologia.
No âmbito profissional, prestei consultoria na área de conservação documental na Associação Bahiana de Imprensa (2013 a 2015). Prestei consultoria como técnica em Restauro no projeto Conservação e Acessibilidade da Memória Documental das Missões Capuchinhos da Bahia (2015) e consultoria museológica ( 2013 a 2015), ambos no Centro Cultural dos Capuchinhos. Consultoria Museológica na Elaboração do Plano Museológico do Memorial Kissimbliê – Águas do Saber (2016). Coordenadora do Projeto Walter da Silveira Acervo Digital (2020); Responsável pela elaboração da atividade de contrapartida / Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc (nº 14.017/2020) e prevista pela Chamada 004/2020; Coordenadora responsável pela equipe do projeto de conservação do espaço físico e acervo do Memorial Kissimbliê – Águas do Saber (2020); Museóloga responsável pelo Museu de Imprensa da Associação Bahiana de Imprensa – ABI (2012 – atual).
Áreas de interesse: documentação, teoria Museológica; musealização de acervos arqueológicos edificado, conservação e restauração de documentos com suporte em papel. Suplente do Grupo de Trabalho em Políticas de Memória e Preservação Audiovisual da Bahia, DIMAS/FUNCEB.

Saulo Moreno Rocha
Museólogo (COREM 1R 0510-I) e educador no Museu de Arte da Universidade Federal do Ceará – Mauc/UFC. Doutorando (2023-) e Mestre (2018) em Museologia e Patrimônio pelo Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio [PPG-PMUS] – Convênio UNIRIO/MAST. Bacharel em Museologia pelo Centro de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC (2016). Técnico em Meio Ambiente pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia – IFBA/Campus Vitória da Conquista (2012).
Pesquisador associado da Coordenação de História, Cultura e Memória da ONG Carreiro de Tropa – CATROP, do Núcleo de Memória da Museologia no Brasil (NUMMUS/UNIRIO), do Grupo de Pesquisa Memória e Preservação da Museologia no Brasil (UNIRIO) e do Grupo de Pesquisa Educação Museal: conceitos, história e políticas (GPEM/MHN/IBRAM).
Temas de pesquisa: Tropeirismo: memória e patrimônio cultural; História e memória da Museologia no Brasil; Abolicionismo e museus; Musealização, Patrimonialização e Educação Museal.

